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As cinco etapas, quanto dura cada uma, o que sai como entregável e o que está — ou não está — dentro do preço.
Nenhuma etapa depende de um grande lançamento no fim: se o projeto parar na etapa 3, você fica com um módulo em produção.
Conversa de 40 minutos, uma visita ao processo e leitura do que você usa hoje. Volto dizendo onde está o gargalo — inclusive quando a resposta é "não precisa de sistema".
Mapa do processo atual e lista de prioridades ordenada por impacto.
Escrevo o que será construído em linguagem de operação: telas, regras, relatórios e integrações, com o que ficou de fora explicitado. Preço e prazo fechados.
Proposta, cronograma por etapa, contrato e NDA assinados.
Entrada na assinatura; o resto por etapa entregue.
Homologação no ar a partir da segunda semana: você usa enquanto eu construo. Status semanal de 30 minutos.
Módulo em produção, com cadastros e saldos migrados e conferidos.
Repositório e banco criados no seu nome desde o primeiro commit.
Treinamento na sua operação, com dado real. O processo antigo roda em paralelo até os números baterem.
Equipe treinada, checklist de conferência e documentação de uso.
90 dias de correção de defeito sem cobrança.
Horas reservadas por mês, fila priorizada por você, tudo passando por homologação. Sem plano obrigatório.
Novos módulos, ajustes de regra e relatório mensal de uso.
Cancelável a qualquer momento; o sistema continua seu e rodando.
Projeto sob medida raramente atrasa por código: atrasa por decisão parada e dado indisponível.
Quem conhece a regra e pode decidir. Não precisa ser sócio, precisa ter autonomia.
Planilhas, exportações, tabela de preço, cadastros. Do jeito que estiver.
São poucas por semana, mas travam a construção.
A lista da direita não é pegadinha: são custos no seu nome de propósito, sem intermediação.
Me conte o processo que trava. Se não for caso de sistema, eu digo.